Se ainda tinha alguém lá fora em dúvida, 2025 tratou de responder: mais de 9 milhões de turistas estrangeiros escolheram o Brasil como destino. É recorde histórico, meta batida antes do prazo e uma mensagem clara para o mundo: o Brasil voltou com tudo para o radar global.
O número impressiona, mas o mais interessante é o porquê. Não foi sorte, alinhamento dos astros ou “viral orgânico sem querer”. Foi estratégia. O país investiu em imagem, comunicação, conectividade aérea e, principalmente, em mostrar para o mundo aquilo que sempre teve: diversidade, cultura, natureza e experiências que não cabem em um folder.
São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul lideraram como portas de entrada, a economia agradeceu, o turismo respirou e o Brasil deixou de ser apenas “o país bonito” para se tornar o país desejado. E desejo, convenhamos, não nasce do nada.

No fundo, o que aconteceu aqui é um baita case de marketing — só que em escala continental. O Brasil trabalhou posicionamento, contou melhor sua história e entregou a experiência prometida. Resultado? O público não só prestou atenção… comprou a ideia, fez as malas e veio.
É a prova de que, quando a comunicação é bem feita, o produto é real e a narrativa faz sentido, você não precisa implorar por atenção. As pessoas escolhem. Seja um país, uma marca ou um negócio local tentando vender mais do que desconto.
No fim das contas, o turismo brasileiro ensinou uma lição simples (e que a gente repete bastante por aqui): quem sabe se posicionar não corre atrás do cliente — vira destino.
